Onde os fracos não tem vez


Onde os fracos não tem vez - publicado em www.imotion.com.br

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Esse post pode parecer parece meio desconexo, mas o Nitidez também foi e esporadicamente eu tenho necessidade de fazer coisas assim. Então, lá vai:

Aqui! É onde os fracos não tem vez! No post passado, mencionei sobre o aprendizado de ser forte diante das situações da vida. No começo eu acreditava que o importante era ser bom, demonstrar compaixão, agir com ternura e etc. Mas a vida é dura, praticamente um ringue. É importante se movimentar o tempo todo, estudar o adversário, traçar a estratégia de luta e ir pra cima. Levar golpes é algo inevitável, mas é importante usar a defesa para que os danos sejam minimizados. Eventualmente, para tentar definir a luta com investidas mais agressivas, é preciso deixar a guarda aberta. Nesse caso, é calcule se a chance do golpe entrar é grande, do contrário continuar com golpes moderados até cansar o adversário e surgir a oportunidade de fazê-lo beijar a lona. Lembrando que há sempre a possibilidade de jogar a toalha, não que ela vá ser aceita em todas as circunstâncias, mas se não for, enxugue o rosto, erga os punhos e vá adiante.

Toda essa metáfora do box é para dizer que os desafios que surgem no dia a dia devem ser enfrentados, sem dó. No melhor estilo capitão Nascimento: soco na cara e chute no saco. Claro que isso é modo de dizer, basta o soco na cara, o chute no saco é algo desleal. Aí fica o X da questão, pois acredito que devamos agir corretamente, mas sendo implacáveis e acima de tudo, não demonstrando medo. É óbvio que ele surge as vezes, mas administrá-lo é um exercício e a cada luta ganha, a auto-confiança tende a aumentar.

No filme Onde os fracos não tem vez (clique na foto para ver sua sinopse), o personagem da imagem de abertura do post se mostra mega obstinado. Apesar de seus objetivos serem torpes, sua perseverança é admirável. Quando assisti o filme, achei a história um tanto louca e o final meio obtuso, mas conversando sobre, pude entender que é uma história fiel ao título. Falar mais do que isso seria contar o filme e estragar sua beleza ( se é que  já não o fiz).

Outro filme que segue essa linha, é O troco (clique aqui para ver a sinopse dele) com o Mel Gibson. Nele, o personagem faz o que tem que fazer, mesmo se lascando em várias oportunidades.

Com relação à filosofia “faça o que tem que ser feito”, sempre fui seu adepto. Sua aplicação é relativamente simples:

  1. Estabelecer o objetivo
  2. Planejar como alcança-lo
  3. Executar as ações planejadas
  4. Contornar o que sair do planejado

Parece até o velho ciclo PDCA da administração, mas na verdade, não há como fugir muito disso. Fazer o que precisa ser feito, diz respeito a sacrifício, a fazer algo visando um bem maior – seja ele pessoal ou coletivo. Uma vez que casa ação, causa uma reação, ora o efeito pode ser sentido em nós mesmos, ora em outras pessoas, mas o foco no objetivo principal não pode ser perdido.

Medo do que vão pensar, de como vão agir, de consequências de ações intensas(a guarda aberta para o soco que vai definir a luta), tudo isso é para os fracos e nós vivemos num lugar onde os fracos não tem vez.

E ai, quer ter sua vez ou não? Pense sobre.

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2 pensamentos sobre “Onde os fracos não tem vez

  1. Ola Wesley, bom dia.

    Confesso que assisti o filme e me decepcionei um pouco, não era o que eu esperava, mas o título “Onde Os Fracos Não Tem Vez” é muito sugestivo e dá para ser bastante explorado, como você fez aqui, e muito bem. O que dizer mais?

    É sempre muito bom passar por aqui para ‘pensar sobre’…

    Abraços.
    Marli

    • Talvez você não tenha gostado do filme por ele ser meio cru: não ter trilha sonora, as motivações das personagens são bem diretas e pouco fundamentadas. Por esse prísma, eu também não gostei, mas a mensagem principal do filme que eu achei bem realista, por isso o post.
      No mais, obrigado pela visita.
      Abraço,
      Wesley.

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