música, sensações, sentimentos


Música - imagem publicada em transitoriamente.wordpress.com

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Há uma frase de Friedrich Nietzsche que diz: “Sem a música, a vida seria um erro” ,  a qual pode ser complementada por “Temos a arte para não morrer da verdade“. Isto posto, acredito que a música seja a arte mais importante de todas. Esse possível exagero se deve à grande paixão que nutro por essa companheira de longa data. A música é algo tão intrínseco ao ser humano que desde o nascimento ela é incutida em nossa vida – em certos casos, antes mesmo do nascimento para aqueles que cantam ou colocam canções para relaxar o bebê durante a gestação.

Quando crianças, canções de ninar são entoadas para embalar nossos sonhos. As brincadeiras da pré-escola e as os programas infantis também se valem da magia da música (com seus versos repetitivos) para entreter os pequeninos, que incansáveis ecoam as frases gravadas horas a fio.

Datas comemorativas também são complementadas com canções. Não consigo imaginar uma festa de aniversário onde não se cante Parabéns pra você, do mesmo modo que também seria impensável uma festa de natal ou de ano novo sem nenhuma música característica.

Diversas religiões (senão todas) também se valem da música para, no mínimo, algum momento da execução do seu rito.  Até mesmo no esporte, a música se faz presente na boca das torcidas dando força para o seu time ou provocando a torcida adversária.

Além disso, há ainda as rádios cerebrais – aquelas músicas que ficam na nossa cabeça e que às vezes, conscientemente ou não, nos pegamos cantando. Isso é algo tão forte que eventualmente acontece de ficar a cabeça ficar “sintonizada” em canções das quais não queremos nos lembrar: como estilos que não gostamos ou jingles políticos.

Dizem que 40% do cinema é a trilha sonora (não lembro do percentual exato, então corrijam-me por favor). Isto é, as músicas ajudam a compor as cenas, transmitindo sensações e sentimentos que tornam a “experiência” do cinema ainda mais rica. Na vida real, a musica pode abrilhantar determinados momentos, tornando-os ainda mais intensos: música romântica para namorar, música gostosinha para fazer amor, músicas transcendentais pra meditar, músicas animadas para churrasco, música para brincar com criança, música para sentir saudademúsica pra quando se está puto, música pra esperar o final do expediente de sexta-feira, entre as outras coisas que citei nos primeiros parágrafos. Logo, existe música para praticamente todos os momentos da vida. Escutando ou não, ela pode estar lá, tocando na sua cabeça.

Bem, eu não tinha a pretensão de levantar muitos pontos com esse post, foi mais um ode à musica. Por falar nisso, cresci ouvindo uma canção do Michael Jackson chamada Music and Me (no final do post e com legenda) que é praticamente uma declaração de amor à musica (sim, eu sei que estou usando muitas músicas nos últimos posts, mas vou tentar equilibrar isso melhor daqui pra frente).

É isso, pense sobre o espaço que a música ocupa em sua vida e até o post de aniversário do blog, no 22/09 =D

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Um pensamento sobre “música, sensações, sentimentos

  1. Ainda de Nietzsche(meu queridinho): “A música oferece às paixões o meio de obter prazer delas.”
    Talvez por isso tantos tipos de música para ser trilha sonora para expressar sentimentos.
    =*

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