Papéis


Papéis - publicado em www.cmsxpert.com.br
Papéis – publicado em http://www.cmsxpert.com.br

No último sábado, meu irmão que é 10 anos mais velho, conversou comigo sobre um assunto sobre o qual ele tem andado matutando: papéis que desempenhamos na vida. Achei algo interessante e pensei que seria bacana trazê-lo para o blog. Logo, cá estamos.

Desde o nascimento diversos papéis vão se acumulando no escaninho da vida. Cada um deles define um conjunto de regras que devem ser observadas no desempenho da função para qual se destina. Alguns desses papéis são desempenhamos simultaneamente em determinadas circunstancias. Por exemplo, numa reunião do trabalho, podemos interpretar o papel de subordinado, de chefe, de colega e de amigo. Outro exemplo: num almoço de família, podemos ser: irmão, filho, amigo, pai, namorado, primo, avô e etc. Há ainda os papéis de colega de trabalho, blogueiro, tio, síndico, vizinho, entre tantos outros que surgem e se vão ao longo da vida.

Ademais, cada papel representa também um conjunto responsabilidades relacionadas ao seu desempenho. Uma vez que as pessoas não vem de fábrica com todos os opcionais incluídos, é importante entender todos os deveres e direitos concernentes aos papéis que estão sob nossa responsabilidade. Sendo assim, para ser um bom pai, alguns dos atributos que devem ser reunidos são: ser amoroso, atencioso, justo e esforçado – isso pra começo de conversa. De mesmo modo, para ser um bom amigo é preciso ser dedicado, companheiro, compreensivo e divertido. Perceber o que cada papel demanda de nós é fundamental para seu bom desempenho.

Outro ponto a ser salientado é que, em função do grande número de papéis que vamos acumulando, sua priorização é fundamental, afinal, como dizem os malabaristas, “não se pode girar todos os pratos ao mesmo tempo“.  Observar a própria vida com senso crítico e vislumbrar quais papéis estão sendo desempenhados; os esforços que estão sendo feitos em seu desempenho; as competências que cada um deles exige e as responsabilidades determinada por eles são perguntas importantes nesse processo.

Me usando como exemplo: sou filho, sou amigo, sou irmão, sou tio (isso tem sido bem legal), sou subordinado, sou chefe, sou colega de trabalho, sou aspirante a escritor, sou analista de sistema, sou estudante, sou vizinho e assim por diante. Para alguns papéis, o verbo estar é mais adequado que o verbo ser. Isso porque a vida muda constantemente, dessa forma, existem papéis que ocupamos por tempo determinado e outros indefinidamente. É bom ter isso sempre em mente.

Meu irmão me disse que no último ano foi um excelente profissional, mas não foi um pai e esposo tão bom quanto gostaria. Neste ano ele atentou para o fato de que os seus filhos já estão com 9 e 11 anos. Como o tempo voa, em breve eles deixarão o o ninho. O papel que ele pretende exercer com excelência a partir de agora é de pai e esposo. Ter uma fotografia de “funcionário” do mês em casa lhe parece muito mais importante do que no trabalho. Me parece uma boa escolha.

É isso, pense sobre.

Até a próxima.


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